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terça-feira, 1 de novembro de 2011

ECAD LANÇA SOFTWARE PIONEIRO PARA IDENTIFICAÇÃO DE MÚSICAS EXECUTADAS PELAS RÁDIOS NACIONAIS

ECAD LANÇA SOFTWARE PIONEIRO PARA IDENTIFICAÇÃO DE MÚSICAS EXECUTADAS PELAS RÁDIOS NACIONAIS

Novo sistema impacta fortemente na distribuição de direitos autorais no país, beneficiando milhares de titulares de músicas

Novo sistema impacta fortemente na distribuição de direitos autorais no país, beneficiando milhares de titulares de músicas
A cerimônia de lançamento do Ecad.Tec CIA Rádio, fruto de parceria entre o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) e a PUC-Rio, aconteceu no último dia 26 de outubro, no Centro Cultural Veneza, na zona sul carioca, com a presença de cerca de 200 convidados, entre artistas, usuários de música, representantes das associações de música e de entidades de classe, funcionários do Ecad e outros. Presente em diversas capitais, o sistema foi criado para automatizar a captação, gravação e identificação de músicas executadas pelas emissoras de rádios brasileiras. É o primeiro sistema desenvolvido por uma empresa latino-americana, totalmente destinado à gestão de direitos autorais, sendo 100% de propriedade intelectual do Ecad.
“O Ecad.Tec CIA Rádio é resultado de alta tecnologia aliado a muita pesquisa. Seu grande diferencial é a facilidade na identificação das músicas executadas nas rádios brasileiras e o aumento significativo no volume do banco de dados do Ecad”, explica José Pires, gerente executivo de Tecnologia da Informação e Planejamento Estratégico do Ecad.
Os artistas apoiam e comemoram a novidade. João Roberto Kelly, rei das marchinhas carnavalescas, declara que esta “é uma inovação que vem para melhorar a aferição do direito autoral”. Renato Teixeira, autor de “Romaria”, reforça que a novidade “valoriza muito a atuação do artista, remunera melhor e vai, aos poucos, colocando as coisas em seus devidos lugares”, afirma o compositor.
“O CIA Rádio grava 24 horas por dia, sete dias por semana, um grande número de emissoras em várias capitais do país. Consequentemente, o Ecad consegue distribuir melhor os direitos autorais aos artistas, intérpretes, autores e compositores”, explica Mario Sergio Campos, gerente executivo de Distribuição do Ecad.
NOVO SISTEMA
O CIA Rádio beneficia milhares titulares de música, como compositores, intérpretes e músicos, agilizando a distribuição de direitos autorais e refletindo no avanço do processo de geração da amostragem de músicas captadas nas rádios. O principal benefício da nova forma de captação, antes parcialmente terceirizada, é permitir a rastreabilidade das obras. O Escritório grava todas as rádios do país 24 horas por dia, 7 dias na semana, gerando uma espécie de impressão digital (fingerprint) da música que fica disponível em um banco de dados para consultas futuras. A partir daí, sempre que aquele fonograma for executado, é reconhecido pelo sistema e identificado. O sistema teve aportes de R$ 2,5 milhões.
Diante do alto grau de inadimplência entre emissoras de rádios no país, o CIA Rádio é visto como mais uma ferramenta em favor dos titulares de música, já que possibilitará um levantamento da programação, inclusive das rádios inadimplentes. Com isso, os artistas poderão saber mais sobre quanto estão deixando de receber. Somente em 2010, as emissoras de rádio deixaram de pagar ao Ecad R$ 33,6 milhões de reais, o que prejudica substancialmente compositores e músicos que poderiam se beneficiar da distribuição destes valores. Atualmente, 38% das rádios comerciais, governamentais e educativas estão inadimplentes com o direito autoral.
PARCERIA PUC
O software Ecad.Tec CIA Rádio nasceu da observação de sistemas semelhantes já existentes na Holanda, Alemanha, Inglaterra, EUA, França e Espanha. Coube à PUC-Rio, referência em pesquisas tecnológicas no Brasil, o desafio de desenvolver um sistema de alta tecnologia em um prazo curto de apenas 18 meses. A equipe de desenvolvimento envolveu especialistas, professores e alunos de graduação e doutorado que, fundamentada em uma vasta literatura sobre o tema de “processamento de sinais”, conseguiu desenvolver um software para extrair o "DNA" dos fonogramas.
“Esse sistema envolve um esforço computacional gigantesco, pois a identificação precisa ocorrer em tempo viável e com alta assertividade, que hoje oscila entre 85% e 95%”, afirma Marco Grivet, professor do Centro de Estudos em Telecomunicações da PUC-Rio.
O principal desafio foi a necessidade de criação de um sistema automático de identificação musical transparente, seguro, confiável, rigoroso e, principalmente, auditável. Até chegar à fórmula final, os pesquisadores realizaram diariamente experimentações, criações de novos parâmetros e testes ininterruptos de adequação do sistema.
Números do CIA Rádio
8.856 horas de gravação/dia
265.680 horas de gravação/ mês
103 GB de armazenamento/ dia
150 reuniões com a equipe de pesquisadores responsáveis pelo novo sistema
30 profissionais do Ecad e PUC-Rio envolvidos
Sobre o Ecad
O Ecad é uma sociedade civil, privada, que tem como objetivo centralizar a arrecadação e distribuição dos direitos autorais de execução pública musical. É administrado por nove associações de música e representa todos os titulares de obras musicais (autores, intérpretes, músicos, produtores fonográficos e editores nacionais e estrangeiros) filiados a essas associações. Com sede no Rio de Janeiro, o Ecad possui 26 unidades próprias localizadas nas principais capitais do país e também conta com 130 agências credenciadas para atuar em todo o Brasil. Recentemente, a instituição foi eleita pelo Instituto Great Place to Work como uma das 30 melhores empresas, com menos de 1.000 funcionários, para se trabalhar no Brasil, ocupando o 26º lugar no ranking; e uma das 30 melhores empresas para trabalhar no Rio de Janeiro, ocupando o 10º lugar neste ranking. O Instituto Great Place to Work tem como foco premiar empresas éticas e socialmente responsáveis, além de inovadoras e empreendedoras. O Ecad também recebeu duas premiações de âmbito nacional na área de Tecnologia da Informação: foi eleito uma das cinco melhores empresas no ranking geral da edição 2011 do prêmio "As 100+ mais inovadoras no uso de TI", concedido pela revista Information Week Brasil, além de ter sido o vencedor da categoria "Serviços Diversos". A instituição ainda teve o seu executivo de TI e Planejamento Estratégico, José Pires da Costa Filho, inserido na 89ª colocação da lista dos 100 melhores executivos da área de tecnologia do Brasil em 2011 pela revista Computerworld.
Sobre o CETUC
O Centro de Estudos em Telecomunicações da PUC-Rio (CETUC) foi criado em 1965 para atuar em ensino e pesquisa e prestar serviços em telecomunicações. Ao longo de sua existência, o CETUC tem buscado sempre a excelência acadêmica, a interação entre o ensino e a pesquisa e, ao mesmo tempo, a interação com as empresas do setor de telecomunicações. A excelência acadêmica é baseada em um corpo docente e pesquisadores altamente qualificados, com uma extensa e relevante lista de publicações científicas nacionais e internacionais. O CETUC integra o programa de pós-graduação do Departamento de Engenharia Elétrica da PUC-Rio que está entre os melhores do país, de acordo com a classificação elaborada pela CAPES. Seus professores participam ativamente de sociedades científicas nacionais e internacionais e no IEEE, a maior sociedade profissional do mundo para promoção da tecnologia, que tem na sua diretoria um professor do CETUC.
De acordo com suas áreas de pesquisa, os professores se distribuem pelos grupos de Antenas, Sistemas Ópticos e Microondas, Optoeletrônica e Instrumentação, Radiopropagação e Sistemas de Comunicações. Estes grupos são auxiliados por uma equipe de apoio técnico, constituída por engenheiros, analistas e técnicos, e outra de apoio administrativo. O CETUC conta com salas de aula, vários laboratórios e uma biblioteca especializada.
Fonte: Ecad

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Aumento da carga horária dos professores

http://blog.clickgratis.com.br/educamascote/383291/AUMENTO+DA+CARGA+HOR%C1RIA+PARA+220+DIAS+LETIVOS.



Talvez o Senhor Ministro ainda não tenha entendido, ou faz de conta que não entendeu que o que é preciso para melhorar a qualidade da educação básica é melhorar as condições do aluno e do professor em sala de aula; é proporcionar condições de atualização pedagógica para os docentes; aumentar a verba destinada às escolas . Na Escola de Música de Brasília, onde leciono, escola de nível técnico profissionalizante, temos que nos virar com a boa vontade de funcionários que vendem até tapioca para conseguir consertar bebedouros, comprar material de uso diário por que a verba que nos é destinada é de R$ 21.000.00 (POR ANO!). Não tá faltando zero não, é isso mesmo: vinte e um mil reais (POR ANO!).
 Muitas salas banham-se no sol da tarde inteira e professores têm que ficar mudando sua mesa de lugar para fugir do Sol dentro da sala de aula porque a proteção é feita com pintura nas janelas, já gasta pelas várias décadas de Sol. Os pincéis que usamos para escrever no quadro não duram mais de três aulas. Não temos nenhum subsídio para compra de livros e até as canetas que usamos no dia a dia temos que comprar. Os computadores da escola, maioria é doação recebida, cacos que vão se acumulando com defeito em cima do armário. A sala destinada aos coordenadores é uma fornalha, não tem mesas para todos e muito menos computadores para o acesso ao sistema. Nossos diários e notas são ainda preenchidos a mão, dia a dia, semestre a semestre. Nosso vale alimentação é irrisório e o vale transporte nem recebemos mais. Grande parte de nosso salário vem em forma de gratificações, o que não garante que receberemos quando da aposentadoria. Professores estão diminuindo seu salário ao se aposentar, e não é pouco não. Não temos plano de saúde – como os vitalícios dos senadores e suas famílias e sogras etc. - e professores têm que ficar tirando licença médica em função do desgaste inerente a sua atividade por que não podem fazer prevenções e acompanhamentos às custas de seu salário. Não temos aposentadoria com oito anos de trabalho como as dos deputados e senadores.
O Senhor Ministro precisa observar também que aqui é o Brasil e não outro país da Europa, onde as crianças podem e querem estar na escola, porque têm transporte, alimentação e acomodações dignas, não precisam estar na rua pedindo dinheiro porque o governo não tem competência para resolver os problemas sociais e joga a responsabilidade para a educação, e mais ainda, para a educação escolar. Esquece-se que vivemos em um País onde pai e mãe têm que trabalhar para manter a família e sustentar uma corja de políticos safados, pagando uma carga de impostos que é uma das maiores do mundo, e não tem tempo sequer para saber o que se passa dentro da escola dos filhos.
Senhor Ministro, vou ficar por aqui porque, apesar de ter crescido em uma família pobre, recebi de meus pais e de escolas que ainda educavam, educação suficiente para não dizer a V.S.a exatamente o que gostaria neste momento.
Tenha um bom dia.
Aproveito para relembrar um vídeo que já postei anteriormente e que circulou pela imprensa, só para refrescar a memória: http://www.youtube.com/watch?v=sVWSkGqHgFA

sábado, 30 de julho de 2011

Recebi por email. Não sei o autor. Mas achei demais!

THE BOOK IS ON THE TABLE'

Quando o Brasil sediar a Copa de 2014, muitas pessoas estarão por aqui, de diversos locais do mundo, com vários idiomas. Sendo assim, fica imprescindível o aprendizado de outros idiomas (em particular, o inglês), para a melhor comunicação com os turistas!

Pensando em auxiliar a comunicação, foi formulada uma solução prática e rápida!!!
Chegou o sensacional e insuperável curso 'The Book is on the Table', com palavras para você usar, não só durante a Copa do Mundo de 2014, mas também em seu dia-a-dia.
Veja como é fácil!

a.) Is we in the tape! = É nóis na fita.
b.) Tea with me that I book your face = Chá comigo que eu livro sua cara.
c.) I am more I = Eu sou mais eu.
d.) Do you want a good-good? = Você quer um bom-bom?
e.) Not even come that it doesn't have! = Nem vem que não tem!
f.) She is full of nine o'clock= Ela é cheia de nove horas.
g.) I am completely bald of knowing it. = Tô careca de saber.
h.) Ooh! I burned my movie! = Oh! Queimei meu filme!
i.) I will wash the mare. = Vou lavar a égua.
j.) Go catch little coconuts! = Vai catar coquinho!
k.) If you run, the beast catches; if you stay, the beast eats! = Se correr, o bicho pega, se ficar o bicho come!
l.) Before afternoon than never. = Antes tarde do que nunca.
m.) Take out the little horse from the rain = Tire o cavalinho da chuva.
n.) The cow went to the swamp. = A vaca foi pro brejo!
o.) To give one of John the Armless = Dar uma de João-sem-Braço.

Gostou? Quer ser poliglota? Na compra do 'The Book is on the table', você ganha, inteiramente grátis, o incrível 'The Book is on the table - World version'!!!

Outras exemplos, de outros idiomas, dessa 'versão do mundo':



CHINÊS

a.) Cabelo sujo: chen-champu
b.) Descalço: chen chinela
c.) Top less: chen-chu-tian
d.) Náufrago: chen-lan-cha
f.) Pobre: chen luz, chen agua e chen gaz


JAPONÊS

 a.) Adivinhador: komosabe
b.) Bicicleta: kasimoto
c.) Fim: ka-bo
d.) Fraco: yono komo
e.) Me roubaram a moto: yonovejo m'yamaha
f.) Meia volta: kasigiro
g.) Se foi: non-ta
h.) Ainda tenho sede: kero maisagwa



OUTRAS FRASES, EM INGLÊS :

a.) Banheira giratória: Tina Turner
b.) Indivíduo de bom autocontrole: Auto stop
c.) Copie bem: copyright
d.) Talco para caminhar: walkie talkie






RUSSO (também! - esse livro é incrível!)

a.) Conjunto de árvores: boshke
b) Inseto: moshka
c.) Cão comendo donut's: Troski maska roska
d.) Piloto: simecaio patatof
e.) Sogra: storvo


ALEMÃO (o livro é realmente fantástico!)

a.) Abrir a porta: destranken
b.) Bombardeio: bombascaen
c.) Chuva: gotascaen
d.) Vaso: frask

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Texto recebido do meu parceirinho Marcos Apolinário Santana


O OUTRO LADO DA COISA
 
(MAS)
A palavra "coisa" é um bombril do idioma. Tem mil e uma utilidades. É aquele tipo de termo-muleta ao qual a gente recorre sempre que nos faltam palavras para exprimir uma idéia. Coisas do português.
A natureza das coisas: gramaticalmente, "coisa" pode sersubstantivo, adjetivo, advérbio. Também pode ser verbo: o Houaissregistra a forma "coisificar". E no Nordeste há "coisar": "Ô, seu
coisinha, você já coisou aquela coisa que eu mandei você coisar?".
Coisar, em Portugal, equivale ao ato sexual, lembra JosuéMachado. Já as "coisas" nordestinas são sinônimas dos órgãosgenitais, registra o Aurélio. "E deixava-se possuir pelo amante, quelhe beijava os pés, as coisas, os seios" (Riacho Doce, José Lins doRego). Na Paraíba e em Pernambuco, "coisa" também é cigarro de
maconha.
Em Olinda, o bloco carnavalesco Segura a Coisa tem umbaseado como símbolo em seu estandarte. Alceu Valença canta: "Seguraa coisa com muito cuidado / Que eu chego já." E, como em Olindasempre há bloco mirim equivalente ao de gente grande, há também o
Segura a Coisinha.
Na literatura, a "coisa" é coisa antiga. Antiga, masmodernista: Oswald de Andrade escreveu a crônica O Coisa em 1943. ACoisa é título de romance de Stephen King. Simone de Beauvoirescreveu A Força das Coisas, e Michel Foucault, As Palavras e as
Coisas.
Em Minas Gerais, todas as coisas são chamadas de trem.Menos o trem, que lá é chamado de "a coisa". A mãe está com afilha na estação, o trem se aproxima e ela diz: "Minha filha, pega
os trem que lá vem a coisa!".
Devido lugar: "Olha que coisa mais linda, mais cheiade graça (...)". A garota de Ipanema era coisa de fechar o Rio deJaneiro. "Mas se ela voltar, se ela voltar / Que coisa linda / Que
coisa louca." Coisas de Jobim e de Vinicius, que sabiam das coisas.
Sampa também tem dessas coisas (coisa de louco!),seja quando canta "Alguma coisa acontece no meu coração", de CaetanoVeloso, ou quando vê o Show de Calouros, do Silvio Santos (que é
coisa nossa).
Coisa não tem sexo: pode ser masculino ou feminino.Coisa-ruim é o capeta. Coisa boa é a Juliana Paes. Nunca vi coisa
assim!
Coisa de cinema! A Coisa virou nome de filme deHollywood, que tinha o seu Coisa no recente Quarteto Fantástico.Extraído dos quadrinhos, na TV o personagem ganhou também desenhoanimado, nos anos 70. E no programa Casseta e Planeta, Urgente!,
Marcelo Madureira faz o personagem "Coisinha de Jesus".
Coisa também não tem tamanho. Na boca dosexagerados, "coisa nenhuma" vira "coisíssima". Mas a "coisa" temhistória na MPB. No II Festival da Música Popular Brasileira, em1966, estava na letra das duas vencedoras: Disparada, de GeraldoVandré ("Prepare seu coração / Pras coisas que eu vou contar"), e ABanda, de Chico Buarque ("Pra  ver a banda passar / Cantando coisasde amor"), que acabou de ser relançada num dos CDs triplos docompositor, que a Som Livre remasterizou.         Naquele anodo festival, no entanto, a coisa tava preta (ou melhor, verde-oliva).E a turma da Jovem Guarda não tava
nem aí com as coisas: "Coisa linda / Coisa que eu adoro".
Cheio das coisas. As mesmas coisas, Coisa bonita,Coisas do coração, Coisas que não se esquece, Diga-me coisasbonitas, Tem coisas que a gente não tira do coração. Todas essascoisas são títulos de canções interpretadas por Roberto Carlos, o"rei" das coisas. Como ele, uma geração da MPB era preocupada com as
coisas.
Para Maria Bethânia, o diminutivo de coisa é umaquestão de quantidade (afinal, "são tantas coisinhas miúdas"). Jápara Beth Carvalho, é de carinho e intensidade ("ô coisinha tãobonitinha do pai"). Todas as Coisas e Eu é título de CD de Gal."Esse papo já tá qualquer coisa...Já qualquer  coisa doida dentromexe." Essa coisa doida é uma citação da música Qualquer Coisa, de
Caetano, que canta também: "Alguma coisa está fora da ordem."
 
No futebol há coisas e "coisas". A mais famosa coisa é a alcunha do Sport Recife, que é chamado pelos torcedores do Náutico e do Santa Cruz como "a coisa", pois, dizem, é uma religião formada por fanáticos devotos, que praticam algo parecido com o futebol, mas que se mistura com macumba e credos diversos. Os torcedores da "coisa" aplaudem até jogadas erradas e gols perdidos, pois se recusam a rogar praga no time deles. Enfim, uma "coisa".  
Por essas e por outras, é preciso colocar cada coisa no devido lugar. Uma coisa de cada vez, é claro, pois uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa. E tal coisa, e coisa e tal.O cheio de coisas é o indivíduo chato, pleno de não-me-toques. O cheio das coisas, por sua vez, é o sujeito estribado. Gente fina é outra coisa. Para o pobre, a coisa está sempre feia: o
salário-mínimo não dá pra coisa nenhuma.
A coisa pública não funciona no Brasil. Desde os tempos de Cabral. Político quando está na oposição é uma coisa, mas, quando assume o poder, a coisa muda de figura. Quando se elege, o eleitor pensa: "Agora a coisa vai." Coisa nenhuma! A coisa fica na mesma. Uma coisa é falar; outra é fazer. Coisa feia! O eleitor já está cheio dessas coisas!
Coisa à  toa. Se você aceita qualquer coisa, logo se torna um coisa qualquer, um coisa-à-toa. Numa crítica feroz a esse estado de coisas, no poema Eu, Etiqueta, Drummond radicaliza:
"Meu nome novo é coisa. Eu sou a coisa, coisamente." E, no verso do poeta, "coisa" vira "cousa".
Se as pessoas foram feitas para ser amadas e as coisas, para ser usadas, por que então nós amamos tanto as coisas e usamos tanto as pessoas? Bote uma coisa na cabeça: as melhores coisas da vida não são coisas. Há coisas que o dinheiro não compra: paz,
saúde, alegria e outras cositas más.
Mas, "deixemos de coisa, cuidemos da vida, senão chega a morte ou coisa parecida", cantarola Fagner em Canteiros, baseado no poema Marcha, de Cecília Meireles, uma coisa linda. Por
isso, faça a coisa certa e não esqueça o grande mandamento: "amarás a Deus sobre todas as coisas". 
ENTENDEU O ESPÍRITO DA COISA?


quarta-feira, 20 de julho de 2011

Inteligência Artificial

Uma placa posicionada antes de uma barreira eletrônica na região de Belo Horizonte informa que a velocidade máxima é de 100 km, porém, 80 km em dias "chuvosos". Fiquei confuso. Para mim ou chove ou não chove, ou está molhado ou está seco. E isso me assustou um pouco. Afinal, se o radar é eletrônico e consegue diferenciar um dia "chuvoso" de um não "chuvoso", deve ser mais inteligente, perspicaz, sensível e honesto do que eu. Talvez eu precise me preocupar mais com o "estado de espírito" do radar no dia em que passar por ali outra vez. Ele pode não estar num dia muito bom e achar tudo muito nebuloso.


Marcos Bassul


sexta-feira, 1 de julho de 2011

"Mãos, para que servem as mãos....." Só deuses e deusas sabem ao certo......

Valentina Lisitisa. Rachmaninoff. Prelude in g minor op. 23"

Livros Grátis!


305 livros grátis 
É só clicar no título para  ler ou imprimir. 

1. 
A Divina Comédia -Dante Alighieri
2. 
A Comédia dos Erros -William Shakespeare
3. 
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
4. 
Dom Casmurro -Machado de Assis
5. 
Cancioneiro -Fernando Pessoa
6. 
Romeu e Julieta -William Shakespeare
7. 
A Cartomante -Machado de Assis
8. 
Mensagem -Fernando Pessoa
9. 
A Carteira -Machado de Assis
10. 
A Megera Domada -William Shakespeare
11. 
A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
12. 
Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
13. 
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
14. 
Dom Casmurro -Machado de Assis
15. 
Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
16. 
Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
17. 
Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
18. 
A Carta -Pero Vaz de Caminha
19. 
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
20. 
Macbeth -William Shakespeare
21. 
Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
22. 
A Tempestade -William Shakespeare
23. 
O pastor amoroso -Fernando Pessoa
24. 
A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
25. 
Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
26. 
A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
27. 
O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
28. 
O Mercador de Veneza -William Shakespeare
29. 
A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
30. 
Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
31. 
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
32. 
A Mão e a Luva -Machado de Assis
33. 
Arte Poética -Aristóteles
34. 
Conto de Inverno -William Shakespeare
35. 
Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
36. 
Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
37. 
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
38. 
A Metamorfose -Franz Kafka
39. 
A Cartomante -Machado de Assis
40. 
Rei Lear -William Shakespeare
41. 
A Causa Secreta -Machado de Assis
42. 
Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
43. 
Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
44. 
Júlio César -William Shakespeare
45. 
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
46. 
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
47. 
Cancioneiro -Fernando Pessoa
48. 
Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
49. 
A Ela -Machado de Assis
50. 
O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
51. 
Dom Casmurro -Machado de Assis
52. 
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
53. 
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
54. 
Adão e Eva -Machado de Assis
55. 
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
56. 
A Chinela Turca -Machado de Assis
57. 
As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
58. 
Poemas Selecionados -Florbela Espanca
59. 
As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
60. 
Iracema -José de Alencar
61. 
A Mão e a Luva -Machado de Assis
62. 
Ricardo III -William Shakespeare
63. 
O Alienista -Machado de Assis
64. 
Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
65. 
A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
66. 
A Carteira -Machado de Assis
67. 
Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
68. 
Senhora -José de Alencar
69. 
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
70. 
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
71. 
A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
72. 
Sonetos -Luís Vaz de Camões
73. 
Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
74. 
Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
75. 
Iracema -José de Alencar
76. 
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
77. 
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
78. 
O Guarani -José de Alencar
79. 
A Mulher de Preto -Machado de Assis
80. 
A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
81. 
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
82. 
A Pianista -Machado de Assis
83. 
Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
84. 
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
85. 
A Herança -Machado de Assis
86. 
A chave -Machado de Assis
87. 
Eu -Augusto dos Anjos
88. 
As Primaveras -Casimiro de Abreu
89. 
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
90. 
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
91. 
Quincas Borba -Machado de Assis
92. 
A Segunda Vida -Machado de Assis
93. 
Os Sertões -Euclides da Cunha
94. 
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
95. 
O Alienista -Machado de Assis
96. 
Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
97. 
Medida Por Medida -William Shakespeare
98. 
Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
99. 
A Alma do Lázaro -José de Alencar
100. 
A Vida Eterna -Machado de Assis
101. 
A Causa Secreta -Machado de Assis
102. 
14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
103. 
Divina Comedia -Dante Alighieri
104. 
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
105. 
Coriolano -William Shakespeare
106. 
Astúcias de Marido -Machado de Assis
107. 
Senhora -José de Alencar
108. 
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
109. 
Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
110. 
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
111. 
A 'Não-me-toques' ! -Artur Azevedo
112. 
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
113. 
Obras Seletas -Rui Barbosa
114. 
A Mão e a Luva -Machado de Assis
115. 
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
116. 
Aurora sem Dia -Machado de Assis
117. 
Édipo-Rei -Sófocles
118. 
O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
119. 
Pai Contra Mãe -Machado de Assis
120. 
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
121. 
Tito Andrônico -William Shakespeare
122. 
Adão e Eva -Machado de Assis
123. 
Os Sertões -Euclides da Cunha
124. 
Esaú e Jacó -Machado de Assis
125. 
Don Quixote -Miguel de Cervantes
126. 
Camões -Joaquim Nabuco
127. 
Antes que Cases -Machado de Assis
128. 
A melhor das noivas -Machado de Assis
129. 
Livro de Mágoas -Florbela Espanca
130. 
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
131. 
A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
132. 
Helena -Machado de Assis
133. 
Contos -José Maria Eça de Queirós
134. 
A Sereníssima República -Machado de Assis
135. 
Iliada -Homero
136. 
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
137. 
A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
138. 
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
139. 
Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
140. 
Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
141. 
Anedota Pecuniária -Machado de Assis
142. 
A Carne -Júlio Ribeiro
143. 
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
144. 
Don Quijote -Miguel de Cervantes
145. 
A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
146. 
A Semana -Machado de Assis
147. 
A viúva Sobral -Machado de Assis
148. 
A Princesa de Babilônia -Voltaire
149. 
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
150. 
Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
151. 
Papéis Avulsos -Machado de Assis
152. 
Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
153. 
Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós
154. 
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
155. 
Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
156. 
Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
157. 
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
158. 
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
159. 
Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
160. 
Almas Agradecidas -Machado de Assis
161. 
Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
162. 
Contos Fluminenses -Machado de Assis
163. 
Odisséia -Homero
164. 
Quincas Borba -Machado de Assis
165. 
A Mulher de Preto -Machado de Assis
166. 
Balas de Estalo -Machado de Assis
167. 
A Senhora do Galvão -Machado de Assis
168. 
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
169. 
A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
170. 
Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
171. 
CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
172. 
Cinco Minutos -José de Alencar
173. 
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
174. 
Lucíola -José de Alencar
175. 
A Parasita Azul -Machado de Assis
176. 
A Viuvinha -José de Alencar
177. 
Utopia -Thomas Morus
178. 
Missa do Galo -Machado de Assis
179. 
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
180. 
História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira - Sílvio Romero
181. 
Hamlet -William Shakespeare
182. 
A Ama-Seca -Artur Azevedo
183. 
O Espelho -Machado de Assis
184. 
Helena -Machado de Assis
185. 
As Academias de Sião -Machado de Assis
186. 
A Carne -Júlio Ribeiro
187. 
A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
188. 
Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
189. 
Antes da Missa -Machado de Assis
190. 
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
191. 
A Carta -Pero Vaz de Caminha
192. 
LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
193. 
A mulher Pálida -Machado de Assis
194. 
Americanas -Machado de Assis
195. 
Cândido -Voltaire
196. 
Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
197. 
El Arte de la Guerra -Sun Tzu
198. 
Conto de Escola -Machado de Assis
199. 
Redondilhas -Luís Vaz de Camões
200. 
Iluminuras -Arthur Rimbaud
201. 
Schopenhauer -Thomas Mann
202. 
Carolina -Casimiro de Abreu
203. 
A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
204. 
Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
205. 
Memorial de Aires -Machado de Assis
206. 
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
207. 
A última receita -Machado de Assis
208. 
7 Canções -Salomão Rovedo
209. 
Antologia -Antero de Quental
210. 
O Alienista -Machado de Assis
211. 
Outras Poesias -Augusto dos Anjos
212. 
Alma Inquieta -Olavo Bilac
213. 
A Dança dos Ossos -Bernardo Guimarães
214. 
A Semana -Machado de Assis
215. 
Diário Íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto
216. 
A Casadinha de Fresco -Artur Azevedo
217. 
Esaú e Jacó -Machado de Assis
218. 
Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
219. 
História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos
220. 
A mágoa do Infeliz Cosme -Machado de Assis
221. 
Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
222. 
Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto
223. 
Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente
224. 
A Condessa Vésper -Aluísio de Azevedo
225. 
Confissões de uma Viúva -Machado de Assis
226. 
As Bodas de Luís Duarte -Machado de Assis
227. 
O LIVRO D'ELE -Florbela Espanca
228. 
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
229. 
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
230. 
Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
231. 
A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães
232. 
Kamasutra -Mallanâga Vâtsyâyana
233. 
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
234. 
A Bela Madame Vargas -João do Rio
235. 
Uma Estação no Inferno -Arthur Rimbaud
236. 
Cinco Mulheres -Machado de Assis
237. 
A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro
238. 
O Cortiço -Aluísio Azevedo
239. 
RELIQUIAE -Florbela Espanca
240. 
Minha formação -Joaquim Nabuco
241. 
A Conselho do Marido -Artur Azevedo
242. 
Auto da Alma -Gil Vicente
243. 
345 -Artur Azevedo
244. 
O Dicionário -Machado de Assis
245. 
Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto
246. 
A idéia do Ezequiel Maia -Machado de Assis
247. 
AMOR COM AMOR SE PAGA -França Júnior
248. 
Cinco minutos -José de Alencar
249. 
Lucíola -José de Alencar
250. 
Aos Vinte Anos -Aluísio de Azevedo
251. 
A Poesia Interminável -João da Cruz e Sousa
252. 
A Alegria da Revolução -Ken Knab
253. 
O Ateneu -Raul Pompéia
254. 
O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos -Afonso Henriques de Lima Barreto
255. 
Ayres e Vergueiro -Machado de Assis
256. 
A Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio
257. 
Noite de Almirante -Machado de Assis
258. 
O Sertanejo -José de Alencar
259. 
A Conquista -Coelho Neto
260. 
Casa Velha -Machado de Assis
261. 
O Enfermeiro -Machado de Assis
262. 
O Livro de Cesário Verde -José Joaquim Cesário Verde
263. 
Casa de Pensão -Aluísio de Azevedo
264. 
A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo
265. 
Poemas -Safo
266. 
A Viuvinha -José de Alencar
267. 
Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco
268. 
Contos para Velhos -Olavo Bilac
269. 
Ulysses -James Joyce
270. 
13 Oktobro 1582 -Luiz Ferreira Portella Filho
271. 
Cícero -Plutarco
272. 
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
273. 
Confissões de uma Viúva Moça -Machado de Assis
274. 
As Religiões no Rio -João do Rio
275. 
Várias Histórias -Machado de Assis
276. 
A Arrábida -Vania Ribas Ulbricht
277. 
Bons Dias -Machado de Assis
278. 
O Elixir da Longa Vida -Honoré de Balzac
279. 
A Capital Federal -Artur Azevedo
280. 
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
281. 
As Forças Caudinas -Machado de Assis
282. 
Coração, Cabeça e Estômago -Camilo Castelo Branco
283. 
Balas de Estalo -Machado de Assis
284. 
AS VIAGENS -Olavo Bilac
285. 
Antigonas -Sofócles
286. 
A Dívida -Artur Azevedo
287. 
Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira
288. 
Uns Braços -Machado de Assis
289. 
Ubirajara -José de Alencar
290. 
Poética -Aristóteles
291. 
Bom Crioulo -Adolfo Ferreira Caminha
292. 
A Cruz Mutilada -Vania Ribas Ulbricht
293. 
Antes da Rocha Tapéia -Machado de Assis
294. 
Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
295. 
Histórias da Meia-Noite -Machado de Assis
296. 
Via-Láctea -Olavo Bilac
297. 
O Mulato -Aluísio de Azevedo
298. 
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
299. 
Os Escravos -Antônio Frederico de Castro Alves
300. 
A Pata da Gazela -José de Alencar
301. 
BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA -Alcântara Machado
302. 
Vozes d'África -Antônio Frederico de Castro Alves
303. 
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
304. 
O que é o Casamento? -José de Alencar
305. 
A Harpa do Crente -Vania Ribas Ulbricht